Caso não tenha entendido, clique aqui.
domingo, 12 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Luto
*Sugestão do amigo Marcelo Onaga.
Outras homenagens póstumas:
Dia de Finados para Jornalistas e Internautas
Adeus, Chávez!
"10 milhões por um funeral?!"
Angelina Jolie provoca luto entre homens
Obituários
Homem de Ferro lamenta morte de Margaret
Niemeyer ganha estrada em sua homenagem no Rio
Nana Gouvêa visita Niterói
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Tá tão quente que...
Não fui eu que fiz nenhum deles, mas (e talvez por isso mesmo) são ótimos...
Outras sextas-feiras e fins de semana:
Depois de sexta-feira 13, vem...
Procure Beber
Orientação sexual: faça
Semana de 3 dias: eu apoio!
Graças a Deus...
Keep Calm and Balança a Roseira!
Yes, Weekéndis!
Keep Calm and Pega o Cavaquinho
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Imagem: Chinaman |
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Imagem: Tijuca Depressão
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Fonte: desconhecida
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Outras sextas-feiras e fins de semana:
Depois de sexta-feira 13, vem...
Procure Beber
Orientação sexual: faça
Semana de 3 dias: eu apoio!
Graças a Deus...
Keep Calm and Balança a Roseira!
Yes, Weekéndis!
Keep Calm and Pega o Cavaquinho
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Facebook já é pago!
AVISO: Lamentavelmente, este é um post sério (o primeiro e espero que seja também o último), não é paródia de nada que esteja circulando na internet.
Pelo menos uma vez por ano, circulam aqueles rumores dizendo que o Facebook passará a ser pago, o que é invariavelmente negado pela empresa. Não sei o que me surpreende mais: se é a insistência das pessoas em lançar boatos bobos, a ingenuidade das que acreditam neles sem ao menos checar a fonte, ou a inocência de quem acredita que o Facebook já não é pago.
Quem usa a rede social há alguns anos tem acompanhado as constantes mudanças, especialmente no último ano no que se refere ao simples sumiço de posts porque quem os publica não quis pagar para "promovê-los". Nas imagens ao lado (abaixo ou acima, dependendo da plataforma), estão dois exemplos claros disso.
Quem tem um perfil pessoal já viu pelo menos uma delas (a da direita). Ou seja, se você quiser que pelo menos mais da metade das pessoas que te seguem realmente leiam o que você escreveu, precisa pagar por isso. Não é que um dia será cobrado: já é cobrado! O preço está lá, na primeira tela logo, basta clicar em "promover" ("promote" na versão em inglês) e abrirá uma tela com o botão "pagar para promover".
Quem tem uma fanpage também já percebeu que o número de pessoas que visualizam suas postagens caiu drasticamente nos últimos meses. Não importa quantos usuários você tenha como "curtidores". No caso deste blog, são mais de 2 mil pessoas e o Facebook só mostra cada postagem inicialmente a cerca de 30 pessoas, ou seja menos de 2%. Se nenhuma delas compartilhar a postagem, ela morre ali mesmo. Se o dono da fanpage compartilhá-las, também poucas pessoas verão. O Facebook filtra este tipo de compartilhamento, de algum jeito que não te avisa também. Se quiser que mais gente veja, só pagando mesmo, clicando em "impulsionar publicação" ("boost post" em inglês). Só que eu arrisco dizer que muitas dessas fanpages não têm finalidade de lucro, não são de empresas que podem pagar por veiculação.
Enfim, quem "curte" a página deve saber que muito provavelmente não vai ver nem 10% do que é postado. Ou seja, quem posta não decide para quem vai e quem assina também não decide o que vai ler. É uma pena, mas, dessa forma, a tendência é o Facebook virar apenas um espaço publicitário pago. Até o Twitter, mais caótico, é mais democrático do que isso. E, a cada dia que passa, vejo mais gente aderindo ao Google+.
É preciso distinguir o que é publicidade e o que são posts normais, como jornais fazem separando peças publicitárias de reportagens. Quem quer um espaço privilegiado compra publicidade, mas ninguém paga para aparecer numa matéria. Ao menos, não deveria. Ou estamos falando de matéria paga, e ninguém quer ler um jornal assim. Ok, o Facebook é uma empresa com finalidade de lucro e eles decidem o que fazer, só é uma pena que a regra tenha mudado no meio do jogo e continue mudando com o jogo rolando, cobrando de quem fez a rede crescer. É como um jornal cobrar de seus repórteres para publicar suas matérias.
É importante lembrar que as redes sociais frequentemente são enaltecidas por seu aspecto "democrático" de disseminação de informações durante protestos, como os ocorridos em junho pelo Brasil e durante a Primavera Árabe, mas que democracia é essa em que o post com mais chances de aparecer será aquele que pagar mais?
Não foram as pessoas e fanpages da sua timeline que ficaram mais chatas. Foi o Facebook que passou a escolher o que quer que você leia. Desejo sucesso e mais sabedoria a outras redes sociais que vierem por aí, e que entendam a diferença entre espaço publicitário e espaço para interatividade. Acho difícil que qualquer rede social seja eterna, pela própria natureza da coisa, mas é lamentável como algumas conseguem antecipar seu fim com decisões equivocadas. Este blog só está esperando uma rede social mais democrática ser criada para migrar para lá.
Enfim, se acha que o que está escrito aqui faz sentido, compartilhe nas redes sociais, mas salve a imagem no seu disco rígido e crie uma nova postagem para ela, copiando e colando este texto, pois, do contrário, ele sumirá mais rápido ainda do que qualquer outra postagem veiculada via Facebook.
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Tela de login do Facebook e janelas para pagar e promover sua publicação |
Pelo menos uma vez por ano, circulam aqueles rumores dizendo que o Facebook passará a ser pago, o que é invariavelmente negado pela empresa. Não sei o que me surpreende mais: se é a insistência das pessoas em lançar boatos bobos, a ingenuidade das que acreditam neles sem ao menos checar a fonte, ou a inocência de quem acredita que o Facebook já não é pago.
Quem usa a rede social há alguns anos tem acompanhado as constantes mudanças, especialmente no último ano no que se refere ao simples sumiço de posts porque quem os publica não quis pagar para "promovê-los". Nas imagens ao lado (abaixo ou acima, dependendo da plataforma), estão dois exemplos claros disso.
Quem tem um perfil pessoal já viu pelo menos uma delas (a da direita). Ou seja, se você quiser que pelo menos mais da metade das pessoas que te seguem realmente leiam o que você escreveu, precisa pagar por isso. Não é que um dia será cobrado: já é cobrado! O preço está lá, na primeira tela logo, basta clicar em "promover" ("promote" na versão em inglês) e abrirá uma tela com o botão "pagar para promover".
Quem tem uma fanpage também já percebeu que o número de pessoas que visualizam suas postagens caiu drasticamente nos últimos meses. Não importa quantos usuários você tenha como "curtidores". No caso deste blog, são mais de 2 mil pessoas e o Facebook só mostra cada postagem inicialmente a cerca de 30 pessoas, ou seja menos de 2%. Se nenhuma delas compartilhar a postagem, ela morre ali mesmo. Se o dono da fanpage compartilhá-las, também poucas pessoas verão. O Facebook filtra este tipo de compartilhamento, de algum jeito que não te avisa também. Se quiser que mais gente veja, só pagando mesmo, clicando em "impulsionar publicação" ("boost post" em inglês). Só que eu arrisco dizer que muitas dessas fanpages não têm finalidade de lucro, não são de empresas que podem pagar por veiculação.
Enfim, quem "curte" a página deve saber que muito provavelmente não vai ver nem 10% do que é postado. Ou seja, quem posta não decide para quem vai e quem assina também não decide o que vai ler. É uma pena, mas, dessa forma, a tendência é o Facebook virar apenas um espaço publicitário pago. Até o Twitter, mais caótico, é mais democrático do que isso. E, a cada dia que passa, vejo mais gente aderindo ao Google+.
É preciso distinguir o que é publicidade e o que são posts normais, como jornais fazem separando peças publicitárias de reportagens. Quem quer um espaço privilegiado compra publicidade, mas ninguém paga para aparecer numa matéria. Ao menos, não deveria. Ou estamos falando de matéria paga, e ninguém quer ler um jornal assim. Ok, o Facebook é uma empresa com finalidade de lucro e eles decidem o que fazer, só é uma pena que a regra tenha mudado no meio do jogo e continue mudando com o jogo rolando, cobrando de quem fez a rede crescer. É como um jornal cobrar de seus repórteres para publicar suas matérias.
É importante lembrar que as redes sociais frequentemente são enaltecidas por seu aspecto "democrático" de disseminação de informações durante protestos, como os ocorridos em junho pelo Brasil e durante a Primavera Árabe, mas que democracia é essa em que o post com mais chances de aparecer será aquele que pagar mais?
Não foram as pessoas e fanpages da sua timeline que ficaram mais chatas. Foi o Facebook que passou a escolher o que quer que você leia. Desejo sucesso e mais sabedoria a outras redes sociais que vierem por aí, e que entendam a diferença entre espaço publicitário e espaço para interatividade. Acho difícil que qualquer rede social seja eterna, pela própria natureza da coisa, mas é lamentável como algumas conseguem antecipar seu fim com decisões equivocadas. Este blog só está esperando uma rede social mais democrática ser criada para migrar para lá.
Enfim, se acha que o que está escrito aqui faz sentido, compartilhe nas redes sociais, mas salve a imagem no seu disco rígido e crie uma nova postagem para ela, copiando e colando este texto, pois, do contrário, ele sumirá mais rápido ainda do que qualquer outra postagem veiculada via Facebook.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Beijinho no Chefe
("Beijinho no Ombro" para jornalistas)
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Valesca Popozuda, criadora também do sucesso "Manda a matéria e o pisca!", em dois momentos: quando era apenas uma foca e depois do banho de jabá |
Desejo aos jornais impressos vida longa
Para os onlines pararem de cantar vitória
Antigamente, era só furo, barriga ou bomba
Agora qualquer bobagem já vira uma história
Quero jabá e uso o crachá de escudo
Liga mais tarde, senão eu nem te escuto
Aqui do aquário quase não dá pra te ver
Nem no fechamento, assessor com pauta pra vender
Não sou mais foca, nem vou mais pra coletiva
Keep Calm e chama outro repórter
Meu sensor de pauta mala explodiu
Pega esse release e vai pra…
(Cadê minha bancada?)
Beijinho no chefe pro passaralho passar longe
Beijinho no chefe contra as invejosas do plantão
Beijinho no chefe pra sair para fazer fonte
Beijinho no chefe, pra não fazer repercussão
Outros posts jornalísticos:
Ser jornalista de economia é...
Pautas para a Jornada Mundial da Juventude
"Eu sou feliz sendo jornalista"
Como jornais, sites, revistas e a TV noticiarão o fim do mundo
Profissão: pobre
Eu tô no jornal ("Então, é Natal" para jornalistas)
Jornalismo como ele é
Máximas e mínimas do jornalismo
Dia de Jornalista
Manchetes de Carnaval
Capas de fim de ano: o que querem realmente dizer
Ai se eu escrevo: Michel Teló para Jornalistas
Diálogos que adoraríamos ver na TV
Jornalista de Novela
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