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domingo, 21 de fevereiro de 2016

E o blog virou livro!

É mentira! Mas o assunto que mais inspira o autor do blog (e mais trouxe audiência para cá) virou uma publicação bem-humorada com textos inéditos sobre a vida nas duas cidades! Trata-se de Ponte Aérea - Manual de Sobrevivência Entre Rio e São Paulo, do meu pseudônimo, Felipe Frisch, com ilustrações de Rodrigo Bueno.


Esta obra, que já nasce clássica, inclui ainda dois extensos dicionários de expressões típicas do carioquês e do paulistanês. O livro está disponível nas melhores casas do ramo, no site da editora (Matrix) e em e-book no Kindle, no iBooks (Apple iTunes), no Google Play (Android) e no Kobo.

Siga a página do livro no Facebook! Troco likes e sigo de volta!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Motivos para pedir a volta da ditadura

Ele foi comprar um CD. Não vendiam mais.

Pedi um bife bem passado, mas ele veio com gordurinha.
Pedi Coca, mas só tinha Pepsi.
Comprei uma cerveja no tio do isopor, mas estava choca.
Estamos vivendo uma ditadura e ninguém pode falar mal do governo.
Minha revista semanal veio com o plastiquinho rasgado.
Na época da ditadura, o Lobão (o cantor) era menos idiota.
Paguei mensalidade cara na facul, mas fui reprovado.
Não gosto do cabelo da Dilma.
Na época da ditadura, ninguém desfazia amizades no Facebook por discussões políticas.
Não consigo passar de fase no Candy Crush.
Na época da ditadura, eu não tinha colesterol.
Não encontro Paçoquita Cremosa no supermercado.
Vou à academia todo dia, mas continuo gordo(a).
Na época da ditadura, o Dunga não era técnico da seleção.
Na época da ditadura, a seleção brasileira não tomava sete gols da Alemanha.
Tinha gente legal que estava viva na época da ditadura, mas que agora tá morta.
O Brasil vai virar Cuba. Alguém já viu Cuba lançar algo que preste?
Na época da ditadura, é que era bom, porque não existia Guaraná Dolly, nem o Dollynho, seu amiguinho.
Pedi um suco natural. Era de polpa.
Um carro me fechou.
Na época da ditadura, não passava novela da Glória Perez.
Meu time perdeu.
Na época da ditadura, o Arnaldo Jabor era inteligente. Ou, pelo menos, não era levado a sério.
Estamos numa ditadura gay e, mesmo assim, não consigo alguém para fazer sexo comigo sem ter que pagar por isso.
Pedi pastel de carne, mas só tinha de queijo.
E ele estava cheio de ar quente dentro. Intervenção militar já!
Na época da ditadura, meu iPad não ficava obsoleto só porque mudou o semestre.
O Carlinhos Brown continua como jurado do The Voice.
Na época da ditadura, o Carlinhos Brown não era músico.
Vai ter BBB 15.
Na época da ditadura, tocava a trilha sonora de Anos Rebeldes enquanto andávamos na rua.
Pedi "uma média" na padaria e tive que explicar o que era. Na época da ditadura, todo mundo sabia.
Na época da ditadura, ninguém usava a internet para copiar o trabalho dos outros. Pela volta da Barsa e da Encyclopedia Britannica!
Só os militares são capazes de implementar a democracia.
Democracia é só quando o meu candidato ganha. Intervenção militar já!

Aí, sim! (Crédito: Paulo Ferreira)

Mais notícias e política:
Rubinho apoia Marina Silva no 2º turno
Debates eleitorais: o que comem? Como se reproduzem?
Hatebook eleitoral, sua rede antissocial
Marina mostra que não tem rabo preso
Beba antes que acabe
Para os eleitores da Marina Silva
Caetano responde Levy Fidelix
O Brasil de Marina
Igreja católica pública errata da Bíblia
Sempre é hora para tirar uma selfie
Toda hora é hora para um selfie bacana
Somos todos coxinhas
Só não vê quem não quer
Fifa contrata Liesa para organizar Copa
Anões diplomáticos: hoje, no Globo Repórter

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Hatebook Eleitoral, sua rede antissocial


Cansado(a) de ler apenas posts de pessoas que concordam com você, curtem e compartilham tudo o que você escreve no Facebook e no Twitter? Acha que o mundo ficou muito chato, e não entende como seu candidato não tem 100% das intenções de votos nas pesquisas, já que todo mundo na sua "linha do tempo" vai votar nele(a)? Seus problemas acabaram!

Vem aí: Hatebook! A primeira rede social em que você não adiciona, mas apenas deleta, amigos. Ao fazer cadastro em nossa rede, você automaticamente vira "amigo(a)" de todo mundo que estiver cadastrado e verá todas as bobagens que estas pessoas escreverem. Daí para a frente, é só ter o prazer de "desfazer as amizades", conforme o ódio e o rancor que você sentir pelos posts que a pessoa publicar. No lugar do botão "Curtir" que as outras redes sociais te impõem, no Hatebook só é possível "detestar" uma postagem, com a mesma facilidade com que você dá "Likes" no Facebook.

E, diferente do que acontece nas outras redes sociais, quanto mais você detestar o que uma pessoa compartilha, mais posts dela você verá, graças ao nosso algoritmo sádico, criado exclusivamente para esta finalidade. Só no Hatebook, em vez de dizer como você está se sentindo, você terá à sua disposição comentários automáticos, como "a culpa é do PT" e "nossa elite é uma merda", além de botões para classificar os posts como "coxinha", "reaça", "esquerda caviar", "direita mortadela", "comunista esquerdinha" e "petralha, petralha, petralha!". Conforme a sua inclinação política, você verá mais posts que te incomodam.

Hatebook é ainda a única rede (antis)social que bloqueia automaticamente links para matérias de sites sérios. No Hatebook, só serão permitidos links para sites de origens duvidosas que inventam boatos baseados em teorias da conspiração, além de memes com rumores mentirosos sem qualquer cabimento. Links para site de revista semanal de grande circulação estarão liberados, pois entram na categoria "ficção".

Quanto mais "odiadas" seus posts receberem, mais eles aparecerão nos feeds de notícias de pessoas que não os solicitaram. Disponibilizamos ainda avatares de Lobão, Roger, Rodrigo Constantino, Regina Duarte, Lindsay Lohan, Chico Buarque, José de Abreu, Paulo Betti ou Marieta Severo.

Mais notícias e política:
Marina mostra que não tem rabo preso
Beba antes que acabe
Para os eleitores da Marina Silva
Caetano responde Levy Fidelix
O Brasil de Marina
Igreja católica pública errata da Bíblia
Sempre é hora para tirar uma selfie
Toda hora é hora para um selfie bacana
Somos todos coxinhas
Só não vê quem não quer
Fifa contrata Liesa para organizar Copa
Anões diplomáticos: hoje, no Globo Repórter

Outras ideias cretinas sobre a internet:
Defina 'rede social'
A vida e o Facebook
Selo Oversharing
A vida vista pelo Instagram
Perdi meu Uísque na Balada, Perdi meu Tempo na Internet

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Mentiras que os homens contam no banheiro da firma

Foto: www.brandinfection.com
Cansado(a) de ouvir histórias sobre o que as mulheres falam no banheiro? Chega de sexismo! O que pouco se comenta é sobre o que os homens falam no banheiro coletivo. Seja no escritório, no shopping ou na academia, é um festival de lorotas inebriado pelo mau cheiro, claro. Em homenagem ao Dia do Trabalhador, e em nome da louca busca deste blog por uma efeméride para justificar cada post, eis alguns exemplos das mentiras que os homens falam quando estão na presença de outros.

"Estou correndo 10 quilômetros todos os dias." = "Estou andando, no máximo, cinco quilômetros, duas vezes por semana."

"O fim de semana foi animal!" = "Até que Supercine não é tão ruim assim..."

"Saí com uma garota muito gata ontem." = "Dormi no sofá antes de a novela acabar."

"Ôpa! Tava mesmo te procurando..." = "Não acredito que você me achou."

"Ôpa. Tudo bem?" = "Você, de novo?"

"Tô saindo com uma menina muito gata, minha mulher não pode saber" = "Tem mais de um mês que eu não como ninguém. Nem a minha mulher."

"Nossa, me cortei fazendo a barba hoje" (enquanto mexe no rosto, bem perto do espelho) = "Tô tentando espremer uma espinha, mas não para de entrar gente nesse banheiro."

"Acabou o papel." = "Ia sair sem lavar as mãos, mas você chegou."

"Não quero me amarrar." = "Tomei um pé na bunda, de novo."

"Nossa, a menina com quem eu saí ontem gritava muito na cama." = "Brochei de novo. Não aguento mais essa coisa de ter pau pequeno."

"Esse banheiro está fedido hoje." = "Agora, que você entrou aqui, vou fingir que não tenho nada a ver com isso."

"Estou negociando com uns clientes ótimos." = "Não saio do Facebook."

"Você, de novo?" = "Só vou lavar as mãos porque você está aqui."

Outras conversas:
Por que o Brasil não precisa se preocupar com ataques terroristas
O Homem e o GPS
Casal em trânsito
Papo masculino
Diálogos que adoraríamos ver na TV
Dias (ou Noites) Modernos(as)

Mais posts "carreiristas":
Como parecer um executivo de sucesso
Como se tornar o empregado do mês
O que o seu chefe (não) deve entender...
Traduzindo o mundo corporativo
Prezado RH, (ou: Seção de Cartas)
Profissões sem desemprego

terça-feira, 1 de abril de 2014

Mentiras sinceras

Em homenagem ao 1º de Abril. Porque nem toda mentira é mal-intencionada.

Imagem: Raphael Santos, em homenagem a este blog
Vai lacear.
É o país do futuro.
Os países vão reduzir a emissão de gases poluentes.
Ele fica macio com o uso.
O Brasil vai investir em educação.
Essa calça ficou ótima em você.
Passa lá em casa.
Me liga.
Já estou chegando.
O importante é que você tentou.
Branco fica ótimo em você.
Imagina. Nem dá para notar.
Não é uma competição.
Tudo bem, meu amor...
Vamos lá! É a última! (Dita pelo professor da academia.)
Adoro ir de trem para o trabalho.
Ele vai te ligar.
Relaxa, isso acontece.
É só um chopinho.
É assado, não é frito.
Não engorda.
Não vai dar choque, não, pode deixar.
Ô, claro que o armário aguenta.
Seu peso tá ótimo.
Isso nunca me aconteceu antes.
Imagina, meu amor, isso é normal.
Claro que eu não tô chateada.
Passa lá em casa.
Vamos tomar uma cerveja um dia desses.
Já tava assim quando eu cheguei.
Pode deixar, que eu te mando as fotos por e-mail.

Outras listas:
Frases e desculpas que não colam mais
Natal é tempo de...
O que os candidatos (provavelmente) pensam
Intolerância
Manifesto sobre a Pobreza
Já soube da novidade?
Como se tornar um bilionário no Brasil
Discursos que nunca veremos no Oscar
Pay Per Not View: Dicas para não saber do BBB
Piadas velhas que você deve parar de fazer urgentemente (ou: Piadas de Tiozão)
Tipos de Espectador
Tipos de Passageiros
Des(cons)truindo a cozinha contemporânea
Irrite um rico
Classe média sofre quando...
Ensaio sobre a Obesidade
A vida vista pelo Instagram
Reforma Hortográfica e a Nova Dramática Brasileira
Protestos Inúteis

segunda-feira, 31 de março de 2014

Eufemismo nosso de cada dia

Imagem: fonte desconhecida
Em homenagem à proximidade do Dia da Mentira, essa piada que as pessoas nunca desistem de fazer, uma lista de frases que não são mentirosas, mas que, vamos combinar, querem sempre dizer outra coisa, muitas vezes o contrário do que parece que foi dito.

"Descontos de até 80%." = "Resolvemos cobrar um preço justo por nossos produtos! Aproveite!"

"Deus lhe pague!" = "Porque, se for depender de mim..."

"Você parou de emagrecer, né?" = "Você engordou."

"Para onde você vai, esta roupa está ótima!" = "Está uma merda."

"Tem visto o pessoal?" = "Não tenho a menor ideia de onde te conheço ou de que pessoal estou falando. Pelo amor de Deus, me ajude!"

"Quer que eu coloque sua mala no bagageiro aqui em cima?" = "Você vai mesmo deixar esse trambolho aqui me incomodando a viagem inteira?"

"Esse número de calça ficou ótimo em você." = "Agora, só falta perder peso para caber dentro dela."

"Como se escreve seu nome mesmo?" = "Não lembro mesmo como você se chama."

"Mas você nem parece ter 50..." = "Parece ter mais de 80."

"Não por isso", após alguém agradecer = "Você ainda vai me dever um favor bem maior."

"Você é mais inteligente do que isso." = "Tu é burro mermo, hein?"

"Só que não." = "Você não entende ironia, melhor avisar."

"Tem algum trajeto de preferência?" = "Preciso ter alguém para culpar quando ficarmos presos no engarrafamento."

"Nossa, como você emagreceu!" = "Nossa, como você era gordo(a)!"

"Essa roupa ficou linda em você" = "Porque o resto..."

"Ah, você chegou?!" = "Tá bem atrasado(a), hein?" ou "Já estava feliz achando que você não vinha!"

"Essa roupa está ótima, meu amor." = "Vambora, que a gente já está atrasado!"

"Ótimo trabalho!" = "Que bom que eu não precisei fazer isso! Duvidei que você fosse dar conta, mas eu faria bem melhor."

Outros diálogos:
Por que o Brasil não precisa se preocupar com ataques terroristas
Já soube da novidade?
O Homem e o GPS
Casal em trânsito
Papo masculino
Diálogos que adoraríamos ver na TV
Dias (ou Noites) Modernos(as)
Outros eufemismos corporativos:
Saudade da época em que as empresas...
Des(cons)truindo a cozinha contemporânea

segunda-feira, 10 de março de 2014

Piadas velhas que você deve parar de fazer urgentemente (ou: Piadas de Tiozão)


O Carnaval acabou e o ano pode, enfim, começar. Com ele, vêm as mesmas piadas de sempre (como a que abre este texto), repetidas exaustivamente pelos colegas da repartição. Para te ajudar (e você poder encaminhar, como quem não quer nada, para aquele colega chato, que adota essa prática), segue aqui uma singela lista de piadas que um dia já tiveram graça (sim, esse dia já existiu), mas que hoje só servem para denunciar a sua idade, e/ou para seus filhos morrerem de vergonha de você. O princípio básico é simples: se é uma piada que você precisa rir assim que conta, para sinalizar para os outros a hora em que eles devem achar graça, é porque não é boa. Ou melhor: não deveria nem ser chamada de piada.

"É pra ver (pavê) ou pra comer?"

"É problema de junta. Junta tudo e joga fora."

"Que Mário?"

"Ah, agora o ano vai começar", depois do Carnaval.

"Quem nasceu em novembro é filho do Carnaval."

"Cravo e canela?", se a menina se chama Gabriela.

Qualquer uma relacionada ao número 24 por ser o correspondente ao veado no jogo do bicho.

"É tipo Net."

"Que time é teu?"

"É light/diet", para se referir a qualquer doce que não é nem uma coisa, nem outra.

"Você viu a Mangueira entrar ontem?"
"Ah, não, tava de costas, né?"

Qualquer trocadilho com "peru" na época de Natal.

"Dá para" fazer alguma coisa? "Não, faço sem dar mesmo."

"Vai dar trabalho", quando um amigo tem uma filha bonita, ou geniosa, achando que está fazendo um elogio.

"Caiu um lenço", muitas vezes complementada por "e pelo barulho, era cor de rosa!", quando alguma coisa pesada e muito barulhenta cai no chão e quebra ou explode.

"Vai pagar a conta, hein?", quando alguém senta na cabeceira da mesa.

"Boa tarde!", quando a outra pessoa chega atrasada a um compromisso pela manhã. Ocupa a mesma categoria de "chegou cedo para ontem, hein?".

"Amanhã, não. Hoje.", quando passa da meia-noite e você fala de um compromisso que teria para o "dia seguinte".

"Vai comer ou quer que embrulhe?!", gritando para um desconhecido na rua. Se for para um(a) amigo(a), ainda vale.

Atrapalhar o parabéns, para cantar "a chuva cai, a rua inunda, ô, Fulano, eu vou comer seu bolo!" ou "é rôla, é rôla, é rola".

"Quando vêm os filhos?", quando a pessoa acabou de casar.

"E o Kiko?", para "o que que eu tenho a ver com isso?"*

"Você pinta como eu pinto?"*

"Se eu cozinho, eu não lavo, hein?!"*

"Vai fazer exame de fezes?", quando o sujeito aparece mais bem vestido do que o normal (em geral, de terno, se for homem).*

"Não precisa brigar", quando a outra pessoa agradece dizendo "'brigado(a)"

Qualquer uma sobre 1º de Abril.

Outros diálogos:
Dias (ou Noites) Modernos(as)
Papo Masculino
Diálogos que adoraríamos ver na TV
A seguir, cenas dos próximos capítulos

*Inestimáveis contribuições da amiga e leitora Cíntia Cardoso.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Notas de um Divórcio

Foto da nossa festa de casamento
Começamos nossa vida em conjunto com uma grande festa. Até as pessoas na rua pareciam comemorar felizes pela nossa união. Mal sabia eu das responsabilidades que viriam. Todos acharam que eu teria o poder de transformá-lo, tirar você da vida de malandragem e sem rumo. Eu não me importava com os seus problemas de saúde ou de locomoção, sua falta de educação e sua pobreza. Você também parecia não se incomodar com o fato de eu ser tão controladora e exigente. Você sabia que ia ter que trabalhar duro e gastar muito para me agradar.

Tivemos alguns anos de convivência tranquila, sonhando com o futuro, lugar do espaço-tempo em que tudo funcionaria e todos seriam infinitamente felizes. Essa serenidade durou até todos perceberem que você continuava o mesmo falastrão de sempre, e que eu, sozinha, não teria poder para transformar tanto você, um fanfarrão histórico, em tão pouco tempo. Só hoje percebo que a felicidade com a nossa união, por parte das pessoas que gostam de você, era também porque estavam interessadas no que eu iria deixar depois que fosse embora, a minha herança, ou, como virou moda falar, o tal "legado".

Mesmo quem comemorou nossa felicidade por estarmos juntos hoje implora pela nossa separação, pois se dizem decepcionados comigo por eu não ter transformado você em outro, ou porque você passou a dar ainda menos atenção a eles. Eu não tenho culpa das tantas promessas que você fez (em meu nome, diga-se de passagem). Você também me prometeu mundos e fundos, não entregou e sei que nunca vai entregar. Pelo menos, eu não faço barraco na rua, como esse povo...

Com a certeza de que nosso relacionamento está chegando ao fim, te desejo sorte no futuro. Você vai precisar, Brasil.

Sinceramente,
Copa do Mundo

PS: Não vou brigar pela guarda do Fuleco. Pode ficar com ele, e até mudar seu nome para um mais adequado às suas origens, como o seu pessoal sempre quis.

Outros depoimentos emocionados:
Globo aborda reencarnação do acento agudo
Entrevista com: alho-poró, o novo tomate seco
Vírgula pergunta: Salve Jorge do quê?
Nabo revela estar cansado de fingir que é arroz de sushi.
Cenoura desabafa: "não sou salmão"

Entrevistamos: Urânio Enriquecido
Viagem levando a patroa
Vida de aspas é difícil
Carta da vírgula na era da exclamação
Direito de Resposta: Tomate: o Injustiçado
Post caprichado
Outros protestos:
Leblon pede UPP
Governo muda nome do programa para "Mas, médicos..." após protestos
Mães protestam: "meu bebê também é real"
Prefeitura de SP lança rodízio de protestos
Movimento a Favor da Corrupção e da Meritofobia (Mofomerdacorre)
Médicos protestam, mas ninguém entende o que eles querem
Gente, o Congresso tá trabalhando!
Como assim, amanhã vai ser maior, Antônio?!
Me representa, não me representa, me representa...
Vídeo do dia: o gigante está adormecendo!
Procurado: Vinagre
Marcha da Família contra Pessoas que Gostam de Jiló

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Rolezim, de Chico Buarque*

Chico Buarque dando um rolezinho no Leblon,
depois de ser "flagrado" comprando pão

Eu acordei e tava desocupado
Um tédio que não tem fim
No Facebook, eu fui convidado
Prum tal de rolezim
Já na chegada o segurança espancou
Chegou a PM e fim

A televisão diz que eu fugi da escola
Mas tenho até boletim
Não sou funkeiro, e nunca nem cheirei cola
Mas quero tênis, sim
No Facebook, o evento lotou
Foi mais um rolezim

Olha que eu tenho apanhado à beça
Borracha não é festim
Com as meninas faço um puta sucesso
Até lá no Itaim
Uso o tênis que minha mãe comprou
Foi parcelado, sim

Eu só queria usar roupa moderna
Ter parque ou um jardim
Me divertir um pouquinho com a galera
Passear no shopping, enfim
Lá no meu bairro não tem o que fazer
Aí fui pro rolezim

Um belo dia, uma outra galera
Invadiu o meu rolezim
Agora tô achando que isso virou baderna
Eu vou embora, sim
Até a minha paciência esgotou
Cansei do rolezim

Nem todo pobre é "funkeiro safado"
Tem gente honesta, sim
Quem decretou que eu estava predestinado
A ser um vaso ruim?
Eu vou embora, o Black Bloc chegou
Cabô o rolezim

*Não, não foi o Chico Buarque que escreveu essa letra. Música para ser cantada no ritmo de "Até o Fim", do referido ilustre compositor.

Outros posts musicais:
"Beijinho no Ombro" para jornalistas
Ai se eu escrevo: Michel Teló para Jornalistas
"Então, é Natal" para jornalistas
Nova banda: 10.000 Maniocs
Feliz Dia do Beijo!
Força, Netinho!
Filho de Sandy se chamará Sandy Júnior
Feliz Dia do Rock(y)!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Moradores dos Jardins são expulsos da 25 de Março por causa de 'Rolexzinho'

Ricos fazem fila para comprar iguaria inovadora à base de pão com salsicha no meio,
que vem sendo chamada de "cachorro-quente gourmet" pelos críticos gastronômicos
Seria apenas mais um sábado tumultuado no Centro de São Paulo, não fosse a chegada repentina de moradores dos Jardins, Morumbi, Vila Nova Conceição, Higienópolis e Pacaembu, todos com pulseirinhas VIP, em carros luxuosos importados, alguns na cor branca, tocando músicas do David Guetta e outros ritmos das baladas de Maresias.

O objetivo, segundo os organizadores, seria comprar imitações de roupas de grife na José Paulino, tênis da marca Mike na 25 de Março e eletrônicos piratas na Santa Ifigênia. "Já não temos mais a Daslu, cansamos do Iguatemi, da Oscar Freire, do JK e do Cidade Jardim. Queremos ver onde o povo brasileiro vive, conhecer a sensação de fazer uma compra parcelada, comer pastel de feira, tomar caldo de cana no copo de papel, ser parte dessa gente diferenciada!", disse um dos líderes, enquanto comia uma pizza de picanha.

A confusão começou porque um playboy perguntou onde poderia comprar um "Rolexzinho", o que denunciou a identidade do grupo, especializado em consumo de produtos caros e originais. O jovem foi encaminhado para um camarote VIP de uma boate na Vila Olímpia, onde poderia agregar mais valor e status.

O evento foi marcado pelo Linkedin e por meio de uma rede social que só aceita gente bonita e rica, à qual, portanto, nossos repóreres não tiveram acesso. Há rumores de que, na semana que vem, eles pretendem invadir o Brás, possivelmente ainda durante a Feirinha da Madrugada, para comprar perfumes "inspirados" em marcas internacionais, e seguem à noite, levados por seus motoristas, para algum baile funk na rua de alguma periferia só para "causar", dançar e tomar umas "champa" com pisca-pisca.

Caso não tenha entendido, clique aqui.

Outras notícias:
Filho de Sandy se chamará Sandy Júnior
Eduardo Paes entra no Cade contra Uruguai
Cristo some e Eduardo Paes considera inacreditável
Êishtra! Ésstra! Mesmo supermercado tem nome diferente no Rio e em SP!
Leblon pede UPP
Eduardo Paes desativa Lixão de Gramacho por maus-tratos a Rita e faz novela mudar de fase
Eike Batista admite fazer uso de craque
Eike entra com pedido de bolsa-família

Outros posts sociológicos:
Irrite um rico
Classe média sofre quando...
Manifesto sobre a Pobreza
Ensaio sobre a Obesidade
Viver a especulação imobiliária é...
Glossário do Caos Aéreo (ou "Desde que Muprhy virou controlador de voo")
Glossário da Bolha Imobiliária Brasileira
Coisas das quais ainda vamos rir. Muito
Diálogos que adoraríamos ver na TV

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Por que no ano que vem tudo será melhor


Todo fim de ano é a mesma coisa: renasce a esperança de que tudo mudará, e para a melhor, só porque você recebeu um novo calendário de brinde e mais um ano começará, com os mesmo 12 meses como foram todos os outros. Para que "tudo se realize no ano que vai nascer", a partir do ano que vem, não teremos mais:

Pessoas que falam alto no celular no transporte coletivo;
Gente que para o carro em qualquer lugar;
Gente que joga lixo na rua;
Gente que usa o Facebook como psicanalista;
Gente que usa o Facebook como psiquiatra;
Gente que usa o Facebook como Prozac;
Gente que usa o Facebook como Projac;
Gente que espirra parecendo que vai morrer;
Pedestre que anda pelo meio da rua e reclama quando o carro passa perto;
Pedestre que bebe no meio da rua;
Gente que toma overdose de Prozac antes de entrar no Facebook;
Gente que espirra alto;
Gente que usa jato de água como vassoura de calçada;
Gente que posta frases "do Jabor", "do Veríssimo" ou "da Clarice" sem checar antes;
Gente que posta frases de fato do Jabor;
Gente que usa farol alto na cidade;
Motorista que ignora faixa de pedestre;
Homofobia;
Fome e injustiça no mundo;
Homem que pinta o cabelo de acaju e acha que ficou super natural (exceto o Silvio Santos);
Homem que usa peruca e acha que ninguém percebeu (exceto o Silvio Santos);
O Marcelo Tas fazendo comerciais);
Gente que fica parada do lado esquerdo da escada rolante;
Concessionário de serviço público no Brasil, que desliga escada rolante, ar-condicionado, não troca uma porta de banheiro e só administra receita;
Os donos da SuperVia e do Metrô Rio;
Gente que faz estátua humana;
Governos que não fazem nada contra as enchentes todos os anos;
Governantes que dizem que a culpa é da chuva;
Síndicos incompetentes;
Construções irregulares;
Jornais mentirosos/conservadores;
Presidente de escola de samba que acha que todo o bairro torce por ela e, por isso, pode ignorar a Lei do Silêncio;
Dono de balada que acha que a vizinhança é surda;
Gente que bate o carro e larga o veículo no meio da rua, atravancando o trânsito de toda a cidade, esperando o guincho, o seguro ou a PM para fazer o boletim de ocorrência;
Gente que deixa a mochila/bolsa atravessada no meio do caminho no ônibus;
Mosquito que fica zunindo no ouvido durante a noite;
Idiota que gruda chiclete na cadeira, na mesa, em qualquer lugar;
Gente que pede para desligar o ar-condicionado no verão, dizendo que "tá frio aqui";
Gente que leva comida com cheiro para o cinema;
Gente que leva comida com cheiro e senta ao seu lado no cinema;
Gente que acha que precisa explicar a piada, pois só ela entendeu;
Gente que para o ônibus na rua só para pedir informação;
Gente que entra no ônibus só para pedir informação;
Gente que acha que buzina desintegra os veículos à frente;
Vizinho que faz obra às 7h da manhã ou no fim de semana;
Vizinho que não interrompe a obra depois das 22h;
Vizinho que faz obra;
Comemoração quando a água do mar está "própria para banho";
Rios e mares imundos;
Gente que não se importa;
Pessoas que se importam mais com futebol, ou torcida para qualquer esporte, do que com o próprio futuro;
Gente que fala expressões em inglês quando há palavras perfeitas para o que se quer dizer em português;
Gente que conversa durante um show do Chico Buarque como se estivesse numa churrascaria;
Gente que chega na fila da bilheteria dois minutos antes de a sessão começar;
Gente que entra na sala do cinema quando a sessão já começou;
Gente desconhecida que senta colada em você mesmo quando tem espaço mais longe;
Gente que pergunta "você se incomoda de mudar de lugar?";
"Imagens meramente ilustrativas";
Cachorro com latido irritante;
Gente que compra/tem/passeia com cachorrinho com latido irritante;
Gente que não sabe educar os filhos e nem se preocupa com isso;
Gente que não lava as mãos após usar o banheiro;
Gente que posta mensagem de autoajuda no Facebook;
Operador de telemarketing que liga no fim de semana;
Operador de telemarketing que liga a qualquer hora;
Operador de telemarketing que desliga na cara do cliente e finge que a ligação caiu;
Gente que não desliga o toque do celular no cinema;
Gente que atende celular no cinema;
Gente que conversa durante o filme;
Gente que engasga durante o filme;
Dono de caminhão que apita quando dá ré de madrugada;
Fabricante de caminhão que apita quando dá ré de madrugada;
O FDP que usa buzina de caminhão na cidade;
Fumante que acha que bituca se desintegra com um peteleco;
Fumante que acha que todos têm que compartilhar de seu vício;
Gente que fura fila;
Gente que não ajuda;
Gente que não agradece;
Gente que só descobre que vai pegar ônibus (e que precisará pagar por isso) quando está diante do cobrador e, aí, resolve separar o dinheiro;
Gente que só descobre que precisa tirar os metais do corpo quando chega a sua vez no raio X;
Gente que não pede licença;
Gente que não dá licença;
Gente que não conserva (ou que destrói mesmo) calçada;
Gente que sai e deixa o celular em cima da mesa tocando;
Gente que não pede desculpas;
Gente que não desculpa;
O pássaro que canta a partir das 2h da madrugada;
Gente que não cumprimenta;
Gente que larga o carro com alarme disparando;
Gente que compra o alarme da Car System;
Gente que compra a versão pirata do Car System;
Pessoas que transformam automóvel em carro de som;
Caminhões que cospem fumaça de óleo diesel na cara das pessoas;
Caminhões que apitam de madrugada;
Pessoas que picham casas, muros e prédios com "assinaturas" (não as que grafitam, claro);
Gente que não dá passagem para ambulância;
Oligopólio de empresas de ônibus;
Oligopólio de companhias aéreas;
Pessoas sem educação;
Cidades sem transporte público de qualidade;
Racismo;
Blogueiros que fazem post enormes no fim do ano;
Gente que não usa seta no trânsito;
Gente que acha que, por ter um carro grande, pode fazer tudo no trânsito;
Mães que atravessam fora da faixa de pedestre jogando seus filhos na frente;
Obras barulhentas, inclusive de madrugada;
Gente que dá fechada no trânsito;
Matérias sobre pessoas que deixaram as compras de Natal para a última hora;
Matérias sobre o preço do peixe na Semana Santa;
Taxista que não dá passagem;
Obras sem planejamento ou sem sinalização;
Superfaturamento de obras e serviços públicos;
Gente que usa duas vagas de estacionamento para um carro só;
Gente (?) que usa vaga de idoso ou de portador de deficiência sem necessidade;
Taxista que dá golpe nos passageiros;
Dono de empresa de ônibus que transporta passageiro feito gado;
Dono de caminhão que jorra fumaça de diesel na marginal;
Pessoas que tiram silenciador de moto;
Cachorro que faz suas necessidades na rua;
Gente que faz pega (racha);
Jornalista que se acha mais importante do que o entrevistado;
Pessoas que ouvem música (?) alto no transporte coletivo;
Gente que ultrapassa pelo acostamento;
Gente que fica parada na porta do ônibus;
Empresário que contrata telemarketing para atender mal;
Gente que acha que xixi do seu cachorro é perfume;
Imbecil que coloca o grave do som do carro no último e passa desfilando;
Idiota que gasta mais no som do carro do que no próprio carro;
Gente que acha que dinheiro é autorização para desrespeitar os outros;
Gente que acha que cocô de cachorro é reboco;
Gente que trata cachorro feito (ou melhor do que) gente;
Gente que trata gente feito cachorro;
Político incompetente;
Político cínico;
Político bandido;
Sérgio Cabral, Júlio Lopes, Garotinho, Crivella, Sarney, Collor e Renan Calheiros;
Governante que ignora saúde, educação e saneamento básico.

É por isso que eu acredito que 2014 realmente será um ano diferente e ótimo. Felicidades a todos.

Outras irritações:
Das funções didáticas da buzina
Chavões do Jornalismo
Saudade da época em que as empresas...
Classe média sofre quando...
Tipos de Espectador
Irrite um rico
Propagandas que dão vergonha alheia
Parabéns, Consumidor!o
Tipos de Passageiros

domingo, 15 de dezembro de 2013

Corridinha de Domingo

Está cansado(a) daqueles amigos que ficam usando as redes sociais para exibir o quanto correram, nadaram, escalaram, pedalaram, e em quanto tempo, com o único objetivo de fazer você se sentir mal por estar num bar enchendo a cara de cerveja e torresmo, ou em casa, tomando a mesma cerveja e com um pacote de Podritos ao seu lado no sofá, enquanto assiste a qualquer programa ruim na TV? Seus problemas acabaram! Passe você também a colocar seus resultados de quanto tempo você levou para andar uma quadra até o bar mais próximo, e entre você também nessa brincadeira! Vejam abaixo o meu resultado:


Bom domingo a todos, mesmo a quem usa estes aplicativos.

Outros tipos e posts sociológicos:
Tipos de Espectador
Tipos de Passageiros
Irrite um rico
Classe média sofre quando...
Manifesto sobre a Pobreza
Ensaio sobre a Obesidade
Viver a especulação imobiliária é...
Conselhos do Tio Vader
Glossário do Caos Aéreo (ou "Desde que Muprhy virou controlador de voo")
Glossário da Bolha Imobiliária Brasileira
Coisas das quais ainda vamos rir. Muito
Diálogos que adoraríamos ver na TV

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Prêmio Tanto Faz 2013


Todo ano é a mesma coisa: jornais e revistas fazem prêmios para eleger as pessoas mais brilhantes em cada setor, com o objetivo apenas de valorizar a meritocracia, claro, sem quaisquer interesses financeiros, como a conquista de vultosas somas em anúncios das empresas que possuem representantes premiados.

Inspirado nisso, este blog decidiu promover o Prêmio Tanto Faz*. É o prêmio para aquela pessoa que tanto fez, tanto faz, que não fede nem cheira, não fode nem sai de cima, e não faria a menor diferença na vida da humanidade. (Na verdade, trata-se de gente que faria melhor para a evolução humana se não se reproduzisse.)

Abaixo, uma lista de indicados por este blog (em ordem alfabética). Fique à vontade para sugerir novos indicados nos comentários!

Alexander Almeida, o Rei do Camarote, que até hoje não explicou qual era a pegadinha envolvendo o vídeo com ele pagando mico na noite paulistana:


Alex Kozloff Siwek, o futuro psicólogo que joga fora no rio
pedaços de corpo humano que caem no vidro do seu carro.

Belo, por ter divulgado um "novo visual", ter ficado ainda mais ridículo
e por achar que usar dreads irá torná-lo automaticamente um cara cool.

Catarina Migliorini, "cabaço de aço" (como diz minha mãe),
que vai continuar vendendo a virgindade até quando tiver
o corpo da Monique Evans ou da Gretchen hoje.
(Percebam quanta sensualidade no olhar...)

Danilo Gentili, por continuar sendo ele mesmo e contar piadas tão ruins
preconceituosas, tentando imitar o Jô Soares.

Eduardo Paes, que não sabe onde foram escondidas vigas gigantes de aço.

Eike Batista, sempre ele, pelo conjunto da obra (não entregue).

Glória Perez, pela coragem de fazer uma novela bem ao seu estilo
para ser exibida no lugar de Avenida Brasil.

Jair Bolsonaro, por existir (e se reproduzir).


Justin Bieber, por ter sido o que ele sempre foi, só que no Brasil.

Latino, por ter tentado pegar carona nas manifestações,
"lançando" uma música velha sua, e depois ficando preso
no casamento da Dona Baratinha.

Marco Feliciano, pela sua história em defesa dos direitos humanos.

Marina Ruy Barbosa, outra "eterna virgem", que não fez nada
de interessante (leia-se: sexo) na vida até hoje.
Um caso clássico de "tanto faz".


Paula Lavigne procurando saber onde foi que ela acertou
(porque, errar, ela errou em todos os sentidos).

Pierre Ramon, o playboy babaca que tentou destruir a prefeitura de São Paulo.

Rachel Sheherazade e suas opiniões sempre sensatas e equilibradas.

Rafinha Bastos, por continuar se achando muito melhor do que realmente é.

Roberto Carlos, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil,
Djavan e Erasmo, por acabarem com a unanimidade positiva que
havia em torno deles e com a profícua e pulsante indústria
de biografias no Brasil.

Sérgio Cabral, por ser um político tão "aéreo".

Silas Malafaia, gente boa, que ama os gays assim como ama os bandidos,
o que quer que isso queira dizer.

Thor Batista, vítima do ciclista suicida.

Walcyr Carrasco, por ter feito uma novela quase tão ruim quanto
Salve Jorge, e cujo maior mérito foi lançar a crase ao estrelato.

VAMOS LÁ! MANDE OS SEUS INDICADOS E SUGESTÕES DE CATEGORIAS NOS COMENTÁRIOS! (Não é preciso se identificar.)

*O nome do troféu é inspirado no prêmio do jornal O Globo, o chamado "Faz Diferença".

Outros posts de fim de ano e premiáveis:
Natal é tempo de...
2013: o ano do PT na publicidade
Capas de fim de ano: o que querem realmente dizer
Fogos de artifício: o que querem dizer
Resoluções de Ano Novo
Rubinho deseja um feliz 2011!
Discursos que nunca veremos no Oscar
Fotos exclusivas da São Silvestre

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Promoções imperdíveis da Black Friday!


Fonte: desconhecida

Esse deve te engordar em dobro. (Imagem: Alexandre Valadão)

Fonte: buzzfeed

Fonte: desconhecida

Fonte: buzzfeed

Professor particular sul-coreano à venda, em 10x. (Foto: Jack Di Pasetti, via Facebook)

Fonte: Te dou um dado?

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: buzzfeed

Fonte: Site dos Menes

Fonte: desconhecida

Fonte: UP Notícias

Fonte: UP Notícias

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Fonte: desconhecida

"D" mudo. (Ou: antecipando a próxima reforma ortográfica.)

Fonte: desconhecida

Na verdade, o preço parece até maior nessa promoção. (Foto: Débora Gordonos)

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Fonte: falando de varejo

Outros posts publicitários:
Parabéns, consumidor!
Publicidade desserviço (ou: As piores estratégias de marketing)
Comerciais dublados: até quando?
Caravana do Sucesso / Bem-Vindo Romeiro
2013: o ano do PT na publicidade
Como seriam Rio e SP se fossem iguais ao que são na publicidade e na TV
Portfólio (ou: Por que não virei publicitário)
2013: o ano do PT na publicidade
Como fazer propaganda de graça para a Apple
Para quem curte um viralzinho
Propagandas que dão vergonha alheia
Homenagem ao Dia dos Namorados

Outras questões da língua portuguesa:
Dicionário Rio x São Paulo de Gírias e Afins
Vida de aspas é difícil
Vírgula pergunta: Salve Jorge do quê?
Reforma Hortográfica e a Nova Dramática Brasileira
Carta da vírgula na era da exclamação