sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Resumo da Semana: 28/7 a 03/08/2012

Nessa semana, aprendemos que:
É emocionante acompanhar a cobertura olímpica por slide show.
O amor move montanhas. De dinheiro, em Goiás.
É o Galvão Bueno que dá azar para os atletas brasileiros.
O Mensalão é o Brasil nas Olimpíadas.
Xingar no Twitter é mais arriscado do que judô nas Olimpíadas.
Se a Globo estivesse passando as Olimpíadas, a Sarah Menezes já estaria participando de Avenida Brasil.
São Paulo é uma cidade desenvolvida, pois o celular tem 9 dígitos.
A saga do casal Crepúsculo é uma questão nacional.
Se o STF tivesse tido que julgar o caso de Adão e Eva, a humanidade não existiria.
A Globo nunca mais vai abrir mão de uma Olimpíada.
Nem do Criança Esperança. Nunca. Nem de fazer propaganda no meio de QUALQUER programa.
(Alguma hora, veremos Carminha abraçando Nina espontaneamente e te pedindo para ligar para a campanha.)
Ir ao banco armado(a) é a forma adequada para negociar tarifas.
A propaganda chata do "cabelo" da Natura vai passar para sempre.
Absolutamente qualquer filme pode ser feito em 3D, mesmo sem qualquer efeito ou cena que justifique.
A musiquinha do Criança Esperança fica mais irritante e grudada na cabeça a cada ano que passa.
A vaidade dos ministros do Supremo é mais importante do que qualquer julgamento.
Sem investimento, atleta brasileiro não faz milagre.
A Record acha que a sua programação matinal é mesmo melhor e mais importante do que as Olimpíadas.
A única coisa que falta em São Paulo é o aerotrem.
Ágata não vai parar de comer nunca, não importa o que sirvam.
Empresário brasileiro não sabe o que significa "contrapartida".
Medalhas olímpicas são feitas com cola Pritt.

Posts da semana:
Operadoras de telefonia celular conseguem, enfim, implementar bug do milênio com 9º dígito em SP
Publicidade desserviço (ou: As piores estratégias de marketing)
Boletim Olímpico comprova: Galvão é pé-frio
Outras semanas:
27 de julho: Olimpíadas, Nina, Papuda, Marcelo Rubens Paiva
20 de julho: Rosane Collor, magia negra, Perdi meu Amor
20 de janeiro: BBB, Luíza e o Canadá, Carlos Nascimento

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Operadoras de celular conseguem, enfim, implementar bug do milênio com 9º dígito em SP

Empresas já encomendaram um novo lote de telefones de disco. Esperança do paulistano é que os sistemas de telemarketing também parem de funcionar
Depois da decepção provocada pelo prometido "bug do milênio" no fim de 1999, quando todos achavam que caixas eletrônicos iriam cuspir dinheiro, bueiros iriam explodir, cidades iriam apagar e jornais iriam sair com a data de 1º de janeiro de 1900, as operadoras de telefonia celular que operam em São Paulo garantiram que, de 2012, o sistema de telecomunicações brasileiro não passará, atendendo as profecias dos Maia, dos Cabral, dos Sarney e dos Garotinho.

Isso porque, embora qualquer sistema de computador cretino baseado no DOS estivesse preparado para um ano de quatro dígitos, nenhum sistema de telefonia de empresas, os conhecidos PABX, foi pensado para países tão desenvolvidos como o Brasil ou São Paulo, com celulares agora de nove dígitos fora o código de área, o da operadora e o "9" para ligar a cobrar.

Luiz Pareto, presidente da associação das multinacionais de ponta do primeiro mundo espanhol, italiano, mexicano e português que atuam no país (quer dizer, onde a Anatel permite), garante que, em 2016, serão 500 milhões de linhas de celular habilitadas. "Imagina na Copa", ele disse, garantindo que cada brasileiro terá telefones de pelo menos seis operadoras no futuro, ainda que só quatro atuem em todo o país.

Alexia dá um tapa na cara de Cadinho no Réveillon do ano 2000, ao descobrir que ele não ficou solteiro com a virada do milênio e de fase da novela

Outras de tecnologia:
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